Fiéis têm alucinações após consumirem hóstias alucinógenas

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As hóstias supostamente
contaminadas teriam sido
responsáveis pela grande
confusão ocorrida na Igreja do
Espírito Santo do Campobasso, na
Itália
    No último domingo (26/02/12), uma missa realizada na Igreja do Santo Espírito de Campobasso, na Itália, terminou de uma maneira, no mínimo, inusitada: logo após terem consumido as hóstias, os fiéis começaram a ter algumas "visões" e o ambiente da reunião virou palco de uma grande confusão: alguns disseram estar vendo santos, outros falavam que viam demônios e muitos se agarraram ao crucifixo. Duas idosas agrediram o Padre Don Achille a bolsadas dizendo que ele era um demônio, e o sacerdote teve que se esconder na sacristia. A polícia foi chamada e quando chegou teve bastante dificuldade para conter os alterados frequentadores da igreja.
Alucinações coletivas são
casos muito raros. Em casos
de intoxicação alimentar é
muito mais comum as pessoas
terem mal-estar do que "visões"
    As autoridades que investigaram o fato afirmaram que as hóstias foram feitas com uma farinha que continha contaminação por organismos microscópicos chamados esclerócios, que atingem a safra do grão de trigo. Esse microrganismos geralmente contém agentes psicotrópicos semelhantes ao ácido lisérgico (LSD), podendo causar reações alucinógenas em menos de um minuto. Algumas horas depois, a diocese desmentiu o acontecimento dizendo que é preciso respeitar o sagrado por si mesmo, e que isto vale também para quem não acredita, e disse ainda que isso se trata de um ataque à Igreja Católica. Essa foi uma embaraçosa tentativa de defesa com a intenção de desmentir o ocorrido.
A palavra Hóstia, em latim, quer
dizer vítima, que entre os hebreus,
era o cordeiro, sem culpa, imolado
em sacrifício a Deus. Teria o mesmo
significado da Santa Ceia para os
evangélicos
    O caso realmente é bizarro, mas a situação é muito séria. Observe bem que, independentemente de estarem sob o efeito de drogas ou não, as pessoas alucinadas tinham visões de santos, demônios e se agarravam ao crucifixo, e sobrou até para o padre que foi agredido sob a acusação de ser um demônio. Uma pergunta interessante é: a farinha estava mesmo contaminada, ou teria sido realmente um caso de possessão demoníaca coletiva? Não é uma afirmação, mas é algo para se pensar: um alimento consagrado para o uso em um ato espiritual, se estivesse realmente contaminado não poderia fazer nenhum efeito maléfico aos fiéis usuários. Ou será que as promessas bíblicas de libertação e livramento, que eles também dizem acreditar, já perderam a validade e não funcionam mais nem mesmo em cerimônias sagradas dentro do santo templo?


Fonte: Diversas Agências de Notícias Cristãs
Texto: Jonas M. Olímpio

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