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domingo, 15 de julho de 2012

Irmã revoltada jogou a Bíblia na cabeça do Pastor

Esta é a irmã Ina Garrett,
uma obreira que "maneja bem
a palavra"
    Mais um fato escabroso ocorreu recentemente no meio cristão. Dessa vez foi em Selmer, Tenessee, EUA. Durante uma reunião na Mt. Zion Baptist Church (Igreja Batista Monte Sião), o Pastor Leon Taylor comunicou à irmã Ina Garrett, de 64 anos de idade, que as autoridades da igreja haviam decidido excluí-la do ról de membros. Insatisfeita com a notícia, Garrett reagiu furiosamente atingindo a cabeça do Pastor com sua Bíblia; em seguida, tentou desferir um soco contra ele, mas não acertou. Contida pelos demais membros que tiveram que chamar a polícia para retirá-la do local, ela acabou sendo processada pelo Pastor. Posteriormente, numa entrevista à TV, ela afirmou que Taylor tem demônio no corpo. O caso de agressão foi parar na Justiça e a imprensa que noticiou o fato não declararou a razão de sua exclusão como membro oficial da igreja; mas, pela sua reação, dá pra perceber que eles devem ter bons motivos para quererem se livrar dela. É difícil entender e, principalmente, aceitar que as coisas cheguem a esse ponto; pois mesmo que ela estivesse em sua razão, caso o Pastor estivesse cometendo uma injustiça, com essa atitude, já teria perdido todos os seus direitos. Biblicamente, a sra. Garrett está errada em vários aspectos: ninguém deve se voltar contra um servo de Deus, pois caso ele esteja errado, é necessário tentar explicar seus pontos de vista e, se não for atendido, deve-se confiar na justiça divina, porque o Senhor não permitirá injustiça contra os seus filhos; como cristãos, nossa obrigação é evitar os escândalos, porque nossa missão é ganhar almas e não afastá-las do Evangelho; outra coisa que a Palavra nos ensina é jamais apelar para a violência, porque temos que ser pessoas de paz e precisamos ter um coração puro para amar nossos inimigos. E, por falar em amar os inimigos, se o Pastor Taylor levar em frente esse processo, ele também está errado, porque a Bíblia nos ensina que as questões internas devem ser resolvidas dentro da igreja e não diante dos incrédulos; pois os servos de Deus, principalmente os obreiros que têm cargos de liderança, têm a obrigação de saber que as perseguições fazem parte de nossa caminhada rumo ao Reino Celestial, e que o correto nesse caso é perdoar assim como Jesus perdoou seus agressores, e colocar a igreja em oração envergonhando o inimigo de nossas almas, a quem cujo o interesse é destruir a Obra do Senhor.

Jonas M. Olímpio

sábado, 12 de maio de 2012

Pais recorreram à Justiça contra o uso de uniforme com imagem de "santo"

Muitos católicos nos criticam
porque não aceitamos suas
imagens de idolatria; porém,
eles também não aceitariam
que nós lhes impuséssemos a
obrigação de conviverem em
ambientes em que
predominassem símbolos
evangélicos
    Na cidade de Pontal de Araguaia, no interior do estado do Mato Grosso, houve mais uma batalha da velha guerra entre evangélicos e católicos: desta vez, uma escola municipal - ou seja: uma escola pública, daquelas que é mantida com o nosso dinheiro - inseriu em seu símbolo uma imagem do "São Jorge" e, obviamente, todos os alunos deveriam usar esse logotipo estampado em seus uniformes. Não se conformando com isso, um casal evangélico que têm duas filhas estudando nesse colégio, propôs amigavelmente à direção da instituição que suas meninas usassem os uniformes, mas sem a imagem do "santo" impressa. A proposta foi recusada, então foi necessário que os pais das garotas entrassem na justiça para que elas não tivessem que usar esse desenho estampado em suas roupas. A Defensoria Pública decidiu favoravelmente ao casal, fazendo a seguinte notificação: “O artigo 5º da Constituição Federal assegura a igualdade perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.”, e esclareceu também a respeito da liberdade de consciência e de crença, os quais são também garantidos pela Constituição Brasileira. Como cristão protestante convicto e como cidadão de um país democrático, desejo esperançosamente que a corajosa atitude desse casal sirva de exemplo à outros evangélicos que, por medo de enfrentar esse sistema político que é predominantemente regido por católicos, acabam aceitando imposições que, pela lei, não seriam obrigados a aceitar. Seja um crente consciente; lute pelos seus direitos, não se conformando com as imposições desse mundo!

Fonte: Diversas Agências de Notícias
Texto: Jonas M. Olímpio

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Vizinha de igreja é indenizada por ter sido chamada de "filha do Diabo"

Dizer tudo o que se pensa - mesmo
sendo verdade - pode trazer sérios
problemas e escândalos à igreja; e
só há um que fica feliz com isso: o
próprio dito cujo que gerou a
confusão
    Na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, uma vizinha de uma igreja entrou com um processo contra um Pastor que, segundo ela, a chamou de "filha do Diabo". A mesma afirmou que ele teria proferido essa frase contra ela na porta de sua casa e ainda disse que ela "precisava se tratar com Deus". Mediante os fatos, a Justiça entendeu que o Pastor teria violado o direito de crença da mulher e o condenou a pagar uma indenização de R$ 1.500,00. Em sua defesa, o pastor alegou que esta senhora sempre debocha dos membros da igreja; porém, não conseguiu testemunhas para comprovar isso. Fica aí um alerta para os pastores e pregadores que costumam falar com ousadia tudo o que vem na mente, muitas vezes, acreditando estarem cheios da autoridade de Deus; quanto às atitudes preconceituosas da vizinha contra os frequentadores da igreja, são também lamentáveis e merecem ser devidamente investigadas. Biblicamente falando, quem se levanta contra os servos do Senhor, indiscutivelmente está sendo usado pelo inimigo; mas, cabe aos líderes evangélicos ter bastante sabedoria para saber como agir nesses casos. Infelizmente, vizinhos intolerantes e agressivos têm se tornado um problema cada vez mais constante para as igrejas em todo o país.


Fonte: Diversas Agências de Notícias
Texto: Jonas M. Olímpio

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Inglaterra censura propaganda cristã

Esse é o cartaz que foi
proibido pelas autoridades
inglesas
    Na Inglaterra, uma polêmica decisão tomada no início desse mês indignou os cristãos e assustou os defensores da democracia. A ASA (Advertising Standards Authority), que é a agência reguladora de publicidade, proibiu que continuassem circulando pelas ruas, cartazes da organização cristã HOTS (Healing on the Streets - Cura nas Ruas), devido ao seu conteúdo de apologia à cura divina. Nesses cartazes estava escrito simplesmente informações sobre a Igreja, uma lista com o nome de várias doenças e o título no cabeçalho com a seguinte frase: "Precisa de cura? Deus pode curá-lo hoje!".
O trabalho de evangelização da
HOTS consiste simplesmente em
orar nas ruas pelas pessoas
enfermas que aceitarem receber
ajuda espiritual
    Em sua tentativa de se justificar, as autoridades disseram que esse tipo de divulgação pode influenciar as pessoas doentes a não procurarem ajuda médica por acreditarem na cura divina através das orações. A ASA tentou ainda obrigar a HOTS a assinar um documento concordando em não mais divulga a sua crença. Toda essa confusão teria sido iniciada pela denúncia de um blogueiro ateu que pediu para a agência investigar os "danos" causados pela propaganda de cura divina. Paul Skelton, fundador do HOTS, protestou dizendo que cabe ao indivíduo decidir por si mesmo se gostaria de receber oração. Vale ressaltar que foi proibida a divulgação dos cartazes, mas não foi impedida a continuidade dos trabalhos da organização.
No Brasil também existem alguns
casos de censura anti-cristã, como
é o caso desse outdoor que foi
retirado sob a acusação de
homofobia, pelo simples fato de
dizer que Deus abomina o
homossexualismo
    Olhando hoje para esse fato, nem conseguimos imaginar que a Inglaterra foi dos berços do cristianismo atual há poucos séculos atrás, tendo sido também um dos palcos da Reforma Protestante. Atualmente ela está passando por uma grande decadência em todos os sentidos, e aparenta estar perdendo suas forças; isso é uma realidade inegável por mais que a realeza britânica tente esconder. O afastamento de Deus sempre provoca crises, as quais não podem ser revertidas a menos que o homem se arrependa e volte atrás em suas atitudes. É inadmissível que num país desenvolvido e influente no mundo inteiro possa haver ainda a ultrajante ignorância da intolerância religiosa. Satanás está incomodado com a ameaça de perder espaço em nações em que ele pensa estar dominando. Organizações como a HOTS precisam de força e apoio para prosseguirem nessa dura missão de libertação de almas; peçamos a Deus que levante naquele lugar mais homens como Paul Skelton para que se inicie uma nova Reforma, e a Europa precisa disso com muita urgência!


Fonte: Diversas Agências de Notícias Cristãs
Texto: Jonas M. Olímpio

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Escola ligada a uma igreja descontava os dízimos no pagamento dos funcionários

Contribuições com dízimos e ofertas
não são proibidas em nosso país;
porém, o seu desconto em folha de
pagamento é ilegal
    Em dezembro de 2011, o Ministério Público do Trabalho obrigou uma escola que tem unidades em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Goiás a parar de descontar os dízimos no pagamento de seus funcionários. Depois de receber ameaças de multas pelo Ministério do Trabalho, uma Escola Adventista aceitou assinar um acordo no qual se comprometeu a não mais descontar do salário dos funcionários o valor de dez por cento do total de seus vencimentos. Essa prática vinha ocorrendo há mais de uma ano, mas depois de receber a denúncia na cidade de Araguaína, em Tocantins, a Procuradoria do Trabalho explicou que esse processo foi executado para que se pudesse ajustar a situação nacionalmente, fazendo com que todas as unidades da escola se adequassem à lei.
Apesar de ser uma prática
incomum, esse não foi um
fato inédito
    A direção da escola alegou que esses descontos eram efetuados na folha de pagamentos de menos da metade dos funcionários, membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a pedido deles próprios. E o advogado da instituição garantiu que o dinheiro ia diretamente para as igrejas. Porém, mesmo assim, a Procuradoria manteve a decisão baseada na legislação que impede que a empresa faça qualquer desconto no salário de um colaborador além dos que já estão regulamentados por leis específicas, a não ser a título de adiantamentos, ou assistência médica, odontológica, etc. Descontos de dízimos não estão previstos em nenhuma lei, portanto é totalmente ilegal.
Você contribui por ser
abençoado, ou para ser
abençoado?
    Analisando cuidadosamente esse fato, o que podemos entender é o seguinte: essa suposta parceria da igreja com a escola teria por objetivo impedir que os seus fiéis funcionários viessem a se "esquecer" de contribuir ou que cometessem algum erro de cálculo na hora de dizimar. Na verdade, seria mesmo uma praticidade muito grande não ter que se preocupar com isso, mas será que isso poderia ser chamado realmente de contribuição voluntária? Independente da fé de cada um na questão de o dízimo ter validade neo-testamentária e poder ser aplicado na época da graça ou não, o que se questiona é a sinceridade de quem contribui. Pois se a pessoa tem a convicção de que naquele momento ela deve ofertar exatamente aquela quantia extipulada, deve provar isso levando pessoalmente esse dinheiro ao Templo; caso contrário, esse ato, mesmo ainda que não seja, vai parecer forçado por não ter dado à pessoa o direito, ou a oportunidade, de decidir se contribuiria naquele mês exatamente com aquele valor ou não.


Fonte: Diversas Agências de Notícias Cristãs
Texto: Jonas M. Olímpio